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  • DO BLOG Gláucio Ericeira

Astro dá puxão de orelha e vereadores fazem as pazes



Diferentemente do aconteceu na semana passada, quando a Casa foi transformada em palco de xingamentos e denúncias de desvio de recursos públicos via emenda parlamentar (reveja), a Câmara Municipal de São Luís retomou as atividades nesta segunda-feira (10) no melhor estilo paz e amor.

Em tom conciliador, o presidente Astro de Ogum (PR) conseguiu resolver o entrevero envolvendo os vereadores Beto Castro (PROS) e Honorato Fernandes (PT).


Antes mesmo de se manifestar, ocasião na qual pediu que os parlamentares se retratassem com os colegas e sociedade, Ogum ouviu o discurso de Fernandes, que pediu desculpas pelo ocorrido e aproveitou para esclarecer que o recurso da ordem de R$ 1 milhão, alvo da denúncia formulada por Castro contra ele, foi aplicado corretamente, via Instituto Lógica, no Carnaval deste ano da capital.

Beto Castro, por sua vez, pediu desculpas a Honorato, à Câmara e a população de São Luís.

Eleição – Um fato curioso chamou atenção no discurso de Astro de Ogum. Ele disse entender que tudo “está acontecendo com a proximidade da eleição para o próximo mandato da Mesa Diretora e se dirigiu ao vereador Osmar Filho (PDT) deixando claro não ter nada contra o mesmo”.


A divergência ocorrida entre os dois vereadores, na avaliação de Ogum, parece ter sido motivada devido ao fato de Beto Castro apoiar um candidato para o pleito e Honorato Fernandes ficar ao seu lado.

Ogum garantiu que não está pleiteando a disputa da presidência da Casa. “Quero cumprir aquilo que me propus, de resgatar a imagem da Câmara, organizar a casa e deixar concluída a obra que estamos realizando”, esclareceu.


PS 1: De fato, existe um movimento de um grupo de vereadores que visa obter o comando da Câmara através da antecipação da eleição para o biênio 2019/20. O editor do blog, em breve, abordará o assunto.

PS 2: Com o entendimento entre Castro e Fernandes, resta saber se o Ministério Público ainda cobrará dos dois esclarecimentos formais, como revelou o procurador-geral de Justiça, Luiz Gonzaga Coelho

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