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“A gente precisa se posicionar”, dispara deputado petista sobre candidatura ao Governo do Estado


Deputado Luís Henrique no Programa Conexão 560

O deputado estadual Luís Henrique (PT) participou nessa quinta-feira do Programa Conexão 560, da Rádio Educadora, apresentado pelo titular deste Blog. O parlamentar, que assumiu a vaga do deputado Zé Inácio, defendeu o nome do secretário de Estado Felipe Camarão para ser o candidato do PT nas próximas eleições para o Governo do Estado.


O futuro incerto do apoio do governador Flávio Dino e a falta de unidade no grupo gera o desejo de um candidato próprio do PT para disputar o Palácio dos Leões.


“Nesse cenário eu não vejo sentido fazer opção pelos outros. Faríamos opção pelos outros se houvesse unidade. Não vejo porque não colocarmos um nome também (...). Eu defendo amplamente que o Partido dos Trabalhadores possa oferecer um nome para a disputa, e aí eu coloco o nome do Felipe Camarão pela sua juventude, pelos resultados que tem. Pra mim, o Felipe tem os melhores resultados como secretário de Estado”, declarou Luís Henrique.


O deputado disse que será preciso muita maturidade de todos os envolvidos para que não haja um rompimento político no grupo do governador Flávio Dino. Luís Henrique destaca que o apoio do governador a mais de um candidato enfraqueceria a disputa e os candidatos teriam que disputar voto a voto.


Quando questionado sobre o possível rompimento entre o grupo de Flávio Dino e o grupo de Weverton Rocha, o deputado Luís Henrique disse que acha improvável. Mas, reforça que os ritmos, as falas, as intervenções tem sido muito ácidos.


“A gente não pode esquecer o que aconteceu na eleição de 2016 para prefeito de São Luís. O Flávio (Dino) fez uma opção pelo (Edivaldo) Holanda em relação ao (Eduardo) Braide, que era líder do governo dele. Posteriormente, Braide se tornou oposição de Dino, e em 2020 ganhou as eleições”, recordou.


Luís Henrique acredita (ou espera) que Dino vai se esforçar para concentrar toda sua base em apenas um candidato. No entanto, o partido já elabora o plano B. “Eu acho que nós do PT não podemos ficar a eterna espera de uma decisão. A gente precisa se posicionar, se colocar pra que em março a gente tome a decisão. É assim que alguns companheiros pensam a respeito do processo e no momento certo cada um vai se posicionar.”, frisou o deputado estadual.

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