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Greve de ônibus continua sem solução



O prefeito Eduardo Braide pediu prazo pra conversar com sua equipe para discutir o que fazer e qual contribuição a Prefeitura de São Luís terá que dar para resolver esse impasse.


Um problema que os donos de ônibus alegam que estão enfrentando é o aumento permanente dos combustíveis. A gasolina só este ano já aumentou em torno de 70%. O diesel em torno de 66%. Existem ainda manutenção dos veiculos e insumos de modo geral. Além de uma planilha que eles alegam estar defasada.


Os empresários do transporte público argumentam que estão com prejuízo na faixa de R$ 7 milhões, e não têm como arcar com esse ônus.


Ora, se está dando prejuízo porque não entregam as linhas para outras empresas que queiram funcionar?


Por outro lado, os rodoviários reclamam que há três anos não recebem reajuste salarial. Eles pedem 13%, mas os patrões querem dar apenas 2%, o que a categoria considerou como um insulto. As outras reivindicações dos trabalhadores foram consideradas enviáveis pelos empresários.

Ontem, a Câmara Municipal de São Luís fez um discurso muito forte sobre a paralisação do transporte público. Vários vereadores se pronunciaram sobre a situação. Dentre eles, os veredores Marcial Lima, Jonatas, do Coletivo Nós, e outros. Os parlamentares argumentaram a necessidade da Prefeitura enviar urgente para a Câmara uma proposta de subsídio, uma sugestão de tratativa para resolver o impasse.


O prefeito a qualquer momento deve chamar os rodoviários e os empresários para mais uma reunião. Eduardo Braide já até chegou a sinalizar um subsídio ao setor do transporte. Mas, parece que isso não é o suficiente para os empresários


Por enquanto, estaca zero. Nada de avanço nas negociações, o que traz inúmeros prejuízos aos estudantes, trabalhadores, economia e para toda a cidade.


Vale mencionar que o problema não envolve só a prefeitura, haja vista que o Governo do Estado, via Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), é o responsável pelas linhas interurbanas, que abrangem os municípios de Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar, que também estão em greve.


O Governo do Estado poderia diminuir o ICMS dos combustíveis para tenta amenizar os prejuízos alegados pelos empresários.


Portanto, seria necessário que houvesse uma união entre o Estado e os municípios envolvidos no processo para viabilizar uma solução. Tem a questão do ICMS que o Estado pode reduzir, o próprio ISS da Prefeitura de São Luís, além do subsídio. É importante que haja um entendimento entre todos para a solução dos problemas.

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