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Quebra de braço continua entre rodoviários e empresários do transporte coletivo


Nenhuma sinalização de acordo entre sindicato patronal e dos trabalhadores rodoviários do Estado do Maranhão. Diante do impasse, a greve da categoria entra no 6° dia.


Essa segunda-feira (25) foi de muitas reuniões, inclusive com o Prefeito de São Luís, Eduardo Braide, que chegou a falar em dar um auxílio emergencial para o setor, a fim de que a situação seja normalizada sem prejuízos diretos ao bolso do usuário do transporte coletivo. Braide foi enfático ao dizer que não haverá aumento de tarifa. Mas, a população teme que isso não seja cumprido.


O presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão, Marcelo Brito, conversou com a equipe de reportagem do programa Conexão 560 da Rádio Educadora e chamou de indecente a proposta de 2% de reajuste apresentada pelos empresários. Os rodoviários pedem 13% de aumento, chegaram a fazer uma contraproposta de 10%. No entanto, o sindicato patronal rejeitou e apresentou uma proposta bem aquém.


Além do reajuste salarial, a categoria dos trabalhadores pleiteia uma série de benefícios. Dentre eles, ticket refeição no valor de R$ 800, manutenção do plano de saúde e inclusão de um dependente no plano.


Marcelo Brito disse que a categoria está há quase 3 anos sem reajuste salarial e que os 2% são inváveis. Questionado sobre o próximo passo que os trabalhadores vão dar para tentar entrar em um acordo, o dirigente foi enfático e informou que próximo passo é continuar parado.


"As autoridades têm que nos enxergar e nos ajudar a botar esses empresários no lugar deles", disse o sindicalista.


Quando questionado se a categoria tem medo de represálias, Marcelo disse que a classe já sofre retaliação todos os dias.

"Pagamos peça, viagem e até assalto. O que a categoria tem medo ainda? Já arrancaram tudo da gente. Até a vontade de trabalhar", disparou o presidente do Sindicato doa Rodoviários do Maranhão.


As negociações vão continuar nesta terça-feira. E a expectativa é que seja encontrada uma solução viável para o problema, sem pesar no bolso dos ludovicenses, que já padece há quase uma semana com a greve dos rodoviários.

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